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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

PENSAMENTO DA SEMANA

""A inveja vê sempre tudo com lentes de aumento que transformam pequenas coisas em grandiosas, anões em gigantes, indícios em certezas".

Miguel Cervantes

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

SIMPLIFICAR PARA GANHAR

Uma das caracteristicas de cada treinador, prende-se com o facto de cada um ser um "mundo", com ideias muito próprias.
Lanço uma questão...deveremos implementar ideias às equipas ou construir ideias com as equipas?

O meu lema, foi e será sempre, SIMPLIFICAR PARA GANHAR, e com base nesta premissa, tento adaptar todas as minhas ideias às características dos "meus jogadores". Tudo, tendo como base, poucas movimentações "fechadas" e apelar à reacção e nao ao pensar. Jogador que reage executa melhor do que aquele que pensa. Quero dizer com isto que o jogador nao deve pensar?! Obviamente que não, temos é que conseguir que o jogador PENSE ANTES DE AGIR AGIR COM RAPIDEZ.

Deixo uma reflexão, será que estamos a complicar o jogo aos atletas em vez de os ajudarmos no caminho da procura da solução?

Desejo a todos boas reflexões

Começam os treinos, começam as partidas

Nate Robinson parece ter escolhido Shaq como o alvo predilecto das suas partidas, como podem ver aqui. E aqui. E também aqui.

Nota: Retirado do blog de um grande amigo meu, que desde ja convido a todos uma visita diária.
setevintecinco.blogspot.com

terça-feira, 27 de julho de 2010

JOGADORES GRANDES OU GRANDE JOGADORES?

Jogadores grandes ou grande jogadores? Esta pergunta poderá estar ligada entre si ou em alguns casos, nao ter nada a ver.
Queria relembrar, que no nosso país, tradicionalmente(felizmente, cada vez menos), teriamos gerações de jovens demasiados pequenos para este jogo "tão racista"(no que diz respeito à altura). A cada ano que passa conseguimos ter jovens e gerações com médias de alturas mais elevadas. Será que são apostas? ou eternas promessas?
Enquanto tivermos postes baixos nos escalões de formação bem definidos e no lado da bola...estamos a condenar 2 a 3 jogadores ao insucesso futuro, ou seja, o jogador com bola não penetra para o cesto pois tem o poste baixo de 1.80(por vezes culmina com a sua estatura definitiva) à sua frente e especializamos um chamado POSTE BAIXO de 1.80 que num nivel mais elevado encontra um AMERICANO nesta posição de 2.15, ou seja, deixa de ter sucesso.
Como diria um amigo meu ha algum tempo atrás..."Aos grandes posso dar técnica, aos pequenos não posso dar altura".

NOTA: Pedro Belo com 2.14 jogou apenas 29 minutos, media de 6 minutos por jogo.

terça-feira, 13 de julho de 2010

SISTEMAS MOTION

- Apresento aqui, no geral, os sistemas motion que me têm acompanhado nestes ultimos anos como treinador...à cerca de 7 anos, quando treinei a 1ª equipa de iniciados, toda a minha vivência dizia que devia ensinar o jogo com o "famoso" 5 ABERTO, CONFESSO que nunca gostei deste sistema para ensinar o jogo, foi então que com uma ponta de loucura decidi nao ensinar nenhuma forma de disposição dentro de campo...havia apenas uma premissa inicial..."QUEM TEM BOLA DECIDE"...e o que acontece aos outros? (perg. constante de colegas treinadores e jogadores)...à qual sempre respondi, se estiver a atrapalhar(desvantagem) vai para fora de campo(procurar sempre vantagens)...e com esta ideia prossegui o ensinamento do jogo, com base nas capacidades individuais com e sem bola...obrigando os jogadores a decidirem e a serem responsaveis pelas suas acções dentro de campo...descobrirem o jogo.
Parecendo simples, ñ o é, temos que orientar os nossos jogadores para todas as leituras do jogo reduzido e da superioridade numérica(em ataque ou defesa, exemplo. 2x0, 2x1, 1x1, 3x2, 3x3, 2x3, 1x2 etc etc.
Chegara uma fase da aprendizagem em que teremos que "arrumar" um bocadinho a "casa", e é nesta altura que "entram" os sistemas MOTION...estes sistemas permitem ABRIR o jogo, dar mais espectaculo e os jogadores divertirem se mais, tendo como base todos os principios que referi anteriormente.
Porque defendo estes sistemas? Sem duvida que são o futuro do nosso basket, os sistemas FECHADOS, em que os jogadores parecem saidos da PLAYSTATION, comandados por movimentos rigidos que pretendem disfarçar lacunas...Consigo perceber o PORQUÊ dos meus colegas treinadores usarem o jogo FECHADO, pois a mão de obra não é de grande qualidade e por isso joga se com o que há...mas todos nós vamos a tempo de mudar, temos que obrigar os jogadores a decidirem e serem responsaveis pelas suas decisões(não só nas fases de aprendizagem) e NÓS treinadores ajudarmos a indicar qual o melhor caminho para as decisões.
Pensem, reflitam, estudem, procurem respostas...pois só assim conseguiremos tirar o nosso basket do "buraco negro"

"TENS QUE DEIXAR DE ENSINAR NO DIA EM QUE DEIXARES DE APRENDER"

FERNANDO BRAS

terça-feira, 6 de julho de 2010

NOVO RUMO

É com imenso orgulho e alegria que digo "até ja" à grande instituição que é a SIMECQ...no regresso, foram 3 anos fantásticos e muito duros...onde se viveu no limite de todas as premissas do desporto e da sociabilidade.
O que me espera?!...espera me o maior desafio desportivo até à data...um novo mundo...o do profissionalismo...um novo mundo...o ALGÉS...MUNDO esse que espero conquistar com muito trabalho e dedicação a 200%...sei que todos os olhos vão estar na minha mira...e por isso(muito mais por mim e quem apostou em mim) NÃO VOU DESILUDIR..

Obrigado a todos aqueles que me apoiaram e continuarão a apoiar.

Fernando Brás

terça-feira, 25 de maio de 2010

EGOISMO

o egoismo será sentimento?será personalidade?será estado de espirito? o egoismo é a visão unilateral do ser humano perante a sua pessoa e os outros....o foco da vida inside nos seus actos, no seu passado, no seu presente e no seu futuro...o eu sobrepõe-se ao nós...o egoismo é o espelho com dupla face apenas reflecte a sua pessoa em duplicado.......contradição do egoismo que fala sobre a unidade isolada mas que aceita a unidade em duplicado...contradiçoes que nos leva ao maior sentimento...o AMOR para brotar nao pode ser unilateral...egoista...tem que que ser bidereccional...onde as direcçoes nao se unem mas se encontrsam em paralelo...paralelismo esse que se unificam com o sentimento...dificil>?sim, nao impossivel....impossivel é a palavra do egoismo, possivel é a palavra do bom senso,,,,poderão tal sentimentos ou estado de espirito estar ligados?numa primeira impressao nao...mas numa segunda reflexao....CLARO....a vida é uma experiencia contínua, que nos ensina...educa...ensina em sociedade....ensina em conjunto...mas atraiçoa nos com a inexperiencia...piis qd atinges a experiencia...já é tarde...
qd é tarde aparece o TEMPO a dizer...sou o maior professor do universo...com um problema....ENSINO SEMPRE FORA DE TEMPO...o egoismo é por isso um sentimento FORA DE TEMPO

FERNANDO BRAS

segunda-feira, 24 de maio de 2010

REFLEXÃO DO DIA

Neste tribunal da vida,há individuos que erram 1x e são crucificados para tda a vida,a justiça a Deus pertence...arrependimento? tdos os dias..mas o tempo é o grande mentor da verdade, mas ensina-nos sempre demasiado tarde...TOU DISPONIVEL PARA A JUSTIÇA DIVINA...pois "obsequismo" ñ existe no meu dicionário da vida, apenas VONTADE DE..mas c/ dizia Wiston churchill "para haver paz terá que haver guerra"...vivemos constante/ numa luta de opostos...quem ganha esta "guerra"?.nem o SIM, nem o NAO, apenas o TALVEZ.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Frase do Mês

" NAO VENCI TODAS AS VEZES QUE LUTEI, MAS PERDI TODAS AS VEZES QUE DEIXEI DE LUTAR."

segunda-feira, 3 de maio de 2010

DESPORTO/PRAZER/PROVOCAÇÕES/VIOLENCIA

Este pequeno pensamento que expresso nestas poucas linhas que se adivinham tem como facto e base, todo o fim de semana desportivo(futebol) e algumas vivências que tenho tido o prazer de as viver.

O desporto é algo que por muito que tentemos adjectivar, não ha termo para tal, são um rol de sentimentos que nos absorve na sua totalidade e nos faz reféns. Quem sofre? obviamente as pessoas que nos amam e estao mais proximas. Essas mesmas, nao entendem como podemos faltar a um jantar de aniversario, do PAI, MÃE, NAMORADA, IRMÃO ETc; apenas por um treino ou um jogo. Podemos tentar explicar, mas ninguem nos iria perceber, secalhar nem nós entendemos mas continuamos na luta sem olhar para trás e de certa maneira sem pensar nas consequências.

Este meu pensamento(anterior) será uma especie de introdução ao que gostaria de expressar nas próximas linhas.

As GRANDES competições, sejam elas quais forem, estão embuidas de um grande stress competitivo onde o ganhar será uma das principais premissas. Mas o ganhar pode ser mal interpretado. Quem anda no desporto para perder? penso que se trata de uma pergunta retórica, mas de subjectiva também terá a sua parte, ou seja, ganhar a qualquer custo vale?
Há uns meses atrás referi que é importante as equipas de formação terem "ANOS COMPETITIVOS", OU SEJA, que tenham épocas desportivas onde a competição tenha um valor muito grande...qual o objectivo de tal afirmação? preparar os nossos jovens para os stresses competitivos no escalão de séniores...porque caso contrário, passaremos dédacas com o cliche la palisiano..." o miudo até era bom na formação, mas desde que é sénior que não consegue aguentar a pressão".

Ganhar a qualquer custo NÃO, mas ganhar sem hipotecar o futuro, ensinando como base o desenvolvimento harmonioso do jovem atleta, preparando-o para todos os factores que envolvem um espectaculo desportivo- SIM.

NOTA: A palavra PROVOCAÇÃO, está a tornar-se usual em vários agentes do jogo de basquetebol, por norma nunca expresso qualquer tipo de animosidade por quem quer que seja(pois nunca terei esse tipo de sentimento), e aquando do térmito do jogo esqueço tudo, porque apenas se tratou de um jogo, nada mais que isso.
Mas há sempre um MAS, e nesse MAS enquadra-se atitudes provocatórias de árbitros "HOOLYWOODESCOS", público "desgovernado" e colegas treinadores "chico espertos"...aTenção que não se trata de nenhuma critica directa a quem quer que seja, apenas tendo andado atento em inúmeros jogos e percebo que,infelizmente, no nosso PAÍS tenta-se desvalorizar o que é BEM FEITO e dá-se ênfase à "MEDIOCRIDADE".

SERÁ POR ACASO QUE ESTAMOS NA CAUDA DA EUROPA EM TODAS AS MODALIDADES?

PENSEM NISSO...

TUDO SE APRENDE, TUDO SE TREINA...

A DESPEDIDA

Estamos deitados num dos cantos do piso do pavilhão, o treino acabou e toda a gente toma banho. Sapatilhas ao lado, espreguiçamos os pés, cansados. Depois do momento de intensidade, de concentração, de suor e satisfação, o momento de intimidade.

Nós e o pavilhão silencioso onde ecoam ainda assim os sons próprios de um balneário em banho. Nós e a meia luz. Nós e o fumo que nos sai do corpo a esfriar. As tabelas enormes parecem-nos inalcançáveis.

Levantamo-nos algum tempo depois apoiados no piso e na força dos joelhos, olhamos a marca do nosso corpo no chão e pegamos nas sapatilhas como se de um galheteiro se tratasse. Suspiramos e limpamos o rosto aos coletes que descansavam, também eles, ali ao pé.

Quando um dia nos perguntarem se sabemos o que é uma despedida, sorriremos.

Autor desconhecido

quarta-feira, 28 de abril de 2010

ENTREVISTA FANTÁSTICA E ELUCIDATIVA

http://www.managingsport.com/entrevista_jos%C3%A9_carlos_gaspar_director_marketing_unicaja_baloncesto_por_carlos_campos


Aprendemos que nem todos podem ser jogadores de basket, mas todos podem ter um papel importante no BASKET.

VISAO DE MARKETING "INTERESSANTE"

ENTREVISTA con EDUARDO FERNÁNDEZ-CANTELLI, DIRECTOR GENERAL MARKETING IE ESPAÑOL


La gente del Real Madrid de fútbol nunca ha entendido el baloncesto. Les parecía divertido, incluso ridículo, que un jugador de baloncesto admitiera que había cometido una falta y levantara la mano reconociéndolo


Lo que le pasa a la liga española de fútbol es que existe una diferencia tremenda de dos clubes respecto al resto de los clubes... Haría falta un mayor liderazgo de la competición que agrupa a los equipos… El problema es: ¿en qué marco agrupas esto?, ¿lo agrupas en un marco nacional, en un marco internacional?


Desde el punto de vista de aunar los criterios y del liderazgo de una liga, yo creo que es mucho más lógico el modelo de ACB donde se comparten los derechos que el modelo de fútbol. En el fútbol llegan el Madrid y el Barcelona y dicen: “De este pastel entre éste y yo nos vamos a llevar el 70%. El resto, repartirlo vosotros como queráis que a mi me da igual"


La liga lo que debería hacer es ofrecer un producto que fuera capaz de garantizar una rotación de campeones lo suficientemente grande para que al principio de una competición no necesariamente todos los equipos tuvieran la misma probabilidad pero sí que todos tuvieran alguna probabilidad de poder ganar


Yo creo que lo atractivo, la ventaja del programa en Sports Management del IE no está en el formato en sí, sino en el hecho de que una Escuela de Negocios que está entre las mejores del mundo ofrece un programa de gestión deportiva. Este no es un programa de deporte que habla de gestión sino que es un programa de gestión que habla del deporte. Eso nos diferencia ya del 95% de las otras ofertas

terça-feira, 20 de abril de 2010

STOMP BASKET

http://www.youtube.com/watch?v=ik8jICj8juc&feature=player_embedded#

michael jordan- uma liçao de vida

http://www.youtube.com/watch?v=JAEWdYwSdpU&feature=player_embedded

quarta-feira, 31 de março de 2010

RELAÇÃO PAIS-TREINADORES

ARTIGO RETIRADO DO PENSAMENTO DE UM GRANDE TREINADOR SERGIO SCARIOLO

Me doy cuenta de lo importante que es la educación a través del deporte y de la función tan esencial que ejercen los entrenadores. Es a estos entrenadores a los que debemos pedir un esfuerzo de coherencia entre el mensaje educativo que transmiten y sus acciones en los entrenamientos y los partidos. Añado en este punto la transcendencia e importancia que aquí debe desempeñar el club, responsable de la elección y formación de los entrenadores que trabajan con los jugadores en edades de formación. Es fundamental que los clubes mantengan una coherencia entre lo que piden a sus entrenadores y cómo valoran su trabajo.
Considero que la educación táctica y competitiva tiene que ser progresiva y lógica en la evolución del jugador por las categorías de cantera. Por consecuencia, igual de progresiva tiene que ser la exigencia de resultados.

Puede pasar que en algunas ocasiones los clubes promocionen a aquellos entrenadores que han conseguido títulos con los equipos de formación, pero raramente he visto a un instructor transformarse en un gran entrenador “sobre la piel” de sus propios jugadores. Indudablemente ganar no es malo. Sí lo es si se logra de una forma especulativa, acudiendo, por ejemplo, a una defensa zonal durante cuarenta minutos o extremando la sistematizando de los ataques. Esa conducta puede ayudar a ganar un partido, pero no impulsa la consagración del técnico como un entrenador de alto nivel. A los entrenadores que trabajáis con equipos de formación os ánimo a ser equilibrados, eligiendo adecuadamente los instrumentos que os ayuden a competir sin desviaros de la línea de coherencia y del objetivo de una progresión adecuada de los jóvenes valores.

LOS PADRES SEGÚN EL ENTRENADOR

Hablo ahora del papel que desempeñan los padres desde el punto de vista del entrenador. No me parece que el papel paterno y materno se circunscriba a ser el de meros espectadores. Los hijos reclaman de los padres un seguimiento discreto, alejado de los “espectáculos” que algunos ofrecen desde la grada. Los padres deben interesarse por su hijo deportista, animar al equipo e incluso celebrar los pequeños éxitos.

Si yo fuera el entrenador de ese equipo de formación, reclamaría a los padres que arropen a sus hijos y que colaboren conmigo en crear un buen deportista en un deporte de equipo. El cariño y el apoyo de los padres resultan fundamentales y se complementan con la labor que desempeña el entrenador, pero para ello se debe predicar con el ejemplo.

La confusión no puede desconcertar al jugador. Los mensajes de los padres y del entrenador deben concordar y la vía educativa puede tener dos canales que confluyan en una misma línea. El clima positivo debe rodear el entorno del niño.

Recuerdo que durante mi etapa como responsable de la sección de baloncesto del Real Madrid se creó un Departamento de Psicología que apuntaba su trabajo hacia los niños y sus familiares. Se organizaron cursos dirigidos a los padres y se mejoraron las relaciones con ellos. Animo a todos los clubes a trabajar en este sentido e incluso recomiendo a los entrenadores que organicen una serie de reuniones con los padres de sus chavales en las que se les expliquen las claves de este trabajo y la coordinación en los mensajes que los niños reciben por parte de su entrenador y los que le llegan desde el entorno familiar.
EL ENTRENADOR SEGÚN LOS PADRES

Como al comienzo de este escrito os comentaba, la reflexión que desarrollo en el blog la efectúo tanto desde el punto de vista de padre como en mi papel de entrenador. Construyo ahora estos comentarios en versión padre. Mis dos hijos practican ocasionalmente cuatro o cinco deportes, pero a la hora de definir su propia pasión al niño le gusta el baloncesto y la niña se decanta por el baile. Mi papel de padre me impulsa a no forzar la práctica de alguna disciplina, animándoles a seguir con todo lo que les atrae sin impedir que manifiesten sus preferencias.

Ser padre también me exige una función de control sobre el funcionamiento del grupo deportivo en el que está inmerso mi hijo. Creo que podemos estar legitimados a exigir seriedad, puntualidad, higiene, educación… En definitiva, el respeto por los múltiples valores que son inherentes a la práctica deportiva y que apuntalan la formación integral de la persona.
Mantengo el modo padre con el piloto de entrenador encendido. Teniendo conocimiento de baloncesto, me interesa controlar –sin alejarme de la objetividad- que mi hijo sea uno más del grupo y que reciba un trato equitativo respecto al resto de compañeros. Si tuviera la sensación de que no fuera así, intentaría descubrirlo desde el diálogo directo con el entrenador, evitando los comentarios con el niño antes de saber lo que pasa.

Otro de los aspectos que me interesa conocer es si en los entrenamientos se trabaja en una dirección coherente con lo que se considera la correcta progresión y evolución –no utilización- del jugador. Por ejemplo, me preocuparía que en los ejercicios de fundamentos individuales se trabajen por igual ambas manos y también que se enseñe a utilizar el pivote con ambos pies. No creo que comentar estos aspectos sea extralimitarme en mi función como padre sino ofrecer una contribución positiva, manteniendo como último recurso integrar lo que le niño practica con su equipo jugando-entrenando a solas con él.

De todos modos, y anticipando lo que será un nuevo asunto en este blog (la gestión del entorno de un jugador y del equipo), las relaciones padres-entrenador y padres-jugador no se extinguen cuando el deportista finaliza su etapa de formación. Sorprendería a muchos darse cuenta de que esta influencia también es muy importante cuando el joven se convierte en jugador del primer equipo.

domingo, 28 de março de 2010

AGIR E ACREDITAR

Um viajante ia caminhando em solo distante, às margens de um grande lago de águas cristalinas. Seu destino era a outra margem.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.
Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pode observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.
Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino, à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!

Autor: desconhecido

REFLEXÕES PARA ADOLESCENTES

Eu sou como eu quero ser? Ou como os outros querem?
Quem tem que gostar de mim, eu ou os outros?
Para que os outros gostem de mim, primeiro EU tenho que gostar muito de mim.
Um corpo e uma mente saudavel não pode depender do que está na moda, pois as modas mudam com facilidade e condicionam aspectos superficiais da vida. O corpo e a mente são aspectos profundos e para toda a vida. Precisam de ser cuidados e mimados com inteligencia, sabendo em cada momento que é o que convem e não o que está na moda.

Temos que saber que os fabricantes e vendedores de produtos e de moda (corpos magros, roupas apertadas, saltos altos, bebidas alcoolicas, tabaco, medicamentos para tratar problemas que não existem…) criam a maneira de nos convencer de que precisamos mesmo de consumir-los para ter sucesso na vida.
Na realidade não há nada proibido, mas nós devemos valorizar os riscos e os prazeres de tomar umas decisões ou outras no que respeita a alimentação, roupa, ritmo de vida, hábitos,…
Sinto-me cansada? Faltam-me as forças? Doi-me a cabeça? Estou mal disposta? Estou irritavel? Doi-me a barriga? Sinto-me com sono no meio da manhã? Estou todos os dias chatiado com alguem?
A minha cara está pálida?So penso em comer doces ou chocolates ou salgados?...

Na maioria dos casos estas sensações são devidas a uma alimentação inadequada, a falta de descanso, falta de contacto com a natureza (apanhar ar na rua), passar muitas horas sem comer, estar muitas horas frente a televisão ou ao facto de saber que não cumprimos com as nossas obrigações,… ou, simplesmente, um pouco de todo.

Quero com isto dizer que não posso ter caprichos ou “premios”, tais como, (rebuçados, fast food, sapatos de salto alto, um café…), e sempre optar pelo 100% correto?
Não. Tambem é saudavel dar ao nosso corpo e a nossa mente um capricho de vez em quando, e tornar esse momento especial. É por isso é que é um prémio (ou capricho), porque só acontece de vez em quando. O nosso grau de inteligencia e responsabilidade saberá procurar o melhor momento para pedir o arranjar o prémio. Mas não poderá ser todos o muitos dias porque já não será especial.




"As pessoas dizem frequentemente que a motivação não dura. Bem, nem o banho - e é por isso que ele é recomendado diariamente."

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

PRESSÃO

Pressão: palavra que indica o acto de exercer força, influênciar, de apertar ou até de coacção(dicionário)...Tanto se fala desta palavra na relação desporto juvenil-competição que por vezes é misturada de uma forma errada.
Eu adoro a pressão, e transmito essa mesma pressão para os meus atletas, pois a vida é pressão, a escola é pressão a sociedade é pressionante e na fase de adaptação às realidades, temos que aguentar a pressão. Mas a que pressão me refiro?! obviamente que se trata da pressão de tentar ser o melhor, trabalhar para ser melhor, a cada treino, a cada jogo a cada etapa do processo ensino/aprendizagem e se isso significar ganhar "algo", pois que seja devido à pressão pensada unica e exclusivamente no desenvolvimento harmonioso do jovem atleta.